Hemocentro de Marília participa de Congresso Brasileiro nesta semana

O Hemocentro de Marília participa do Congresso Brasileiro de Hematologia e Terapia Celular. Isso porque profissionais locais do banco de sangue tiveram trabalhos aprovados para serem apresentados no evento, que começou na quarta-feira e segue até amanhã, em Curitiba, Paraná. O Congresso é organizado pela ABHH (Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular) e é composto por t

O Hemocentro de Marília participa do Congresso Brasileiro de Hematologia e Terapia Celular. Isso porque profissionais locais do banco de sangue tiveram trabalhos aprovados para serem apresentados no evento, que começou na quarta-feira e segue até amanhã, em Curitiba, Paraná.
O Congresso é organizado pela ABHH (Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular) e é composto por temas, atividades, palestras e conferências que agregam todas as vertentes destinadas à atualização clínica e científica.
O Hemocentro de Marília participa através dos docentes Roseli Nunes da Silveira Antunes e Wilson Baleotti Júnior e da fisioterapeuta Vanessa Girotto, que tiveram trabalhos científicos aprovados.
A fisioterapeuta responsável técnica do Hemocentro da Famema, Vanessa Girotto apresenta dois trabalhos, frutos de sua dissertação do seu mestrado, concluído em setembro de 2016 na Faculdade de Medicina de Botucatu. “Trata-se de um estudo com metodologia inovadora e é a primeira pesquisa conduzida na América Latina sobre a caracterização e barreiras para adesão ao tratamento profilático na hemofilia”.
A docente da disciplina de Hematologia e Hemoterapia da Famema, Roseli Nunes da Silveira Antunes, tem a apresentação de um trabalho no formato de painel, sendo “resultado de uma produção científica com a participação de alunos da 3ª e da 4ª série do curso de Medicina da Famema”.
O docente da disciplina de Patologia Clínica da Famema, Wilson Baleotti Júnior, também apresenta dois trabalhos no congresso, também chamado de Hemo 2017. De acordo com o professor, com relação a esse trabalho desenvolvido no setor de acolhimento ao doador de sangue do Hemocentro, “trata-se de um estudo com participação multidisciplinar, integrando estudantes de Medicina da Famema, dois psicólogos docentes da Unesp (um de São José do Rio Preto e outro de Marília) e a enfermeira chefe do Hemocentro, Maria Cristina da Costa Bento”.
Baleotti mencionou que foram criados instrumentos de entrevista através de um questionário para identificar as reações do doador. Com a formatação dos grupos, por faixa etária, sexo e quantidade de doações por período passamos a definir as reações adversas na doação, principalmente a ansiedade e o medo. “Identificadas essas reações, podemos atuar no controle. Entre junho de 2014 e julho de 2015 foram analisados o perfil de mais de 17.500 doadores do Hemocentro da Famema.