Acusado da morte de desempregado tem julgamento agendado para fevereiro

A Justiça de Marília agendou para 15 de fevereiro do ano que vem o julgamento do autônomo Antônio Marcos Junior da Silva, de 29 anos, o “Marquinhos”. Ele sentará no banco dos réus acusado do assassinato do desempregado Maurício Aurélio Ferreira Carvalho, de 22 anos, em crime ocorrido em agosto do ano passado no bairro Alcides Matiuzzi, na zona Norte da cidade. Segundo investigações da Polícia Civi

A Justiça de Marília agendou para 15 de fevereiro do ano que vem o julgamento do autônomo Antônio Marcos Junior da Silva, de 29 anos, o “Marquinhos”. Ele sentará no banco dos réus acusado do assassinato do desempregado Maurício Aurélio Ferreira Carvalho, de 22 anos, em crime ocorrido em agosto do ano passado no bairro Alcides Matiuzzi, na zona Norte da cidade.

Segundo investigações da Polícia Civil, em janeiro do ano passado, “Marquinhos” teria se desentendido com Carvalho após flagrá-lo na residência de sua ex-amásia. Ele foi preso na ocasião por agredir a mulher.

“Na ocasião ele teria ameaçado Maurício com uma arma de fogo. Durante o período em que esteve detido, teria mandado recados de que quando fosse colocado em liberdade mataria a vítima”, disse o delegado Valdir Tramontini.

No dia do crime, em 2 de agosto, Carvalho passou em um carro em frente a um bar na rua Felipe Navas e foi reconhecido por “Marquinhos”. O acusado e um parente, que não teve a identidade revelada, perseguiram a vítima em uma motocicleta. 

“Após localizar Maurício na rua Neuri Antonio Cordeiro Filho, o condutor da moto parou próximo à vítima para que o garupa “Marquinhos” descesse e contra ele efetuasse os disparos que provocaram-lhe a morte”, afirmou Tramontini.

“Marquinhos” foi preso por policiais militares no dia 26 de agosto na rua Romeu Ceroni, no bairro Jânio Quadros, na zona Norte da cidade. O autônomo foi indiciado pelo crime de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima). Se condenado, a pena pode chegar a até 30 anos de prisão.