Justiça determina arquivamento de ação contra Valter Cavina

A Justiça de Marília determinou o arquivamento de ação contra o ex-presidente da Câmara Municipal Valter Cavina e o ex-diretor geral do Legislativo Toshitomo Egashira por apropriação indébita em 2003 e 2004. Desta forma, ambos estão com a punibilidade extinta. “A medida encerra todas as acusações e as investigações sobre minha atuação como presidente da Câmara. É uma decisão justa neste sentido, a

A Justiça de Marília determinou o arquivamento de ação contra o ex-presidente da Câmara Municipal Valter Cavina e o ex-diretor geral do Legislativo Toshitomo Egashira por apropriação indébita em 2003 e 2004. Desta forma, ambos estão com a punibilidade extinta.

“A medida encerra todas as acusações e as investigações sobre minha atuação como presidente da Câmara. É uma decisão justa neste sentido, após 12 anos de tramitação. Recebo o fim do processo com sensação de alívio e não posso deixar de manifestar que este caso foi um grande constrangimento para mim, minha família e amigos”, comentou Cavina.

Durante estes anos em que a ação corria no Fórum, o ex-presidente da Casa de Leis disse que manteve a consciência tranquila e a certeza absoluta da inocência dele. “Se cometi algum equívoco, foi permitir que um servidor de carreira, com 30 anos de atividade irreparável e atuação em diferentes instituições tradicionais da cidade usasse meu nome para ilícitos. Não participei e nunca concordaria com nenhum destes atos irregulares”.

Mesmo diante deste quadro, Cavina lamenta que tenha sido acusado com exagero. “Por 12 anos este processo provocou exploração política e ataques pessoais que puniram a mim, familiares e amigos próximos. Esta situação foi muito além de qualquer discussão jurídica, que com certeza culminaria na minha plena absolvição”.

O ex-presidente da Câmara, que é empresário do setor imobiliário, fez questão de compartilhar este momento. “A sensação é de libertação de uma acusação falsa. O arquivamento corrige uma injustiça consumada nas acusações e na exploração deste caso”.

Quanto às eventuais participações políticas, Cavina garantiu que em nenhum momento deixou de exercer a atividade dele como cidadão, nem de ações sociais, debates políticos e públicos sobre a cidade e a região.

Cavina encerrou agradecendo os companheiros de vida pública e os amigos que as histórias pessoal e profissional dele os proporcionaram. “Agradeço a todos que estiveram conosco nestes momentos de angústia e perseguição, que hoje passam a ser imagens de um passado ruim a ser deixado para trás”, concluiu.