DIG esclarece latrocínio de comerciante na zona Sul

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) esclareceu o latrocínio do comerciante José de Jesus Sabino, de 69 anos, o “Mineiro”, ocorrido no início do mês de março em um ferro-velho na avenida Jóquei Clube, na zona Sul da cidade, e prendeu três acusados de participação no crime. A investigação prossegue para identificar a participação de uma quarta pessoa no delito. Segundo o delegado Valdir Tramon

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) esclareceu o latrocínio do comerciante José de Jesus Sabino, de 69 anos, o “Mineiro”, ocorrido no início do mês de março em um ferro-velho na avenida Jóquei Clube, na zona Sul da cidade, e prendeu três acusados de participação no crime. A investigação prossegue para identificar a participação de uma quarta pessoa no delito.

Segundo o delegado Valdir Tramontini, as investigações apontaram que o crime teria sido arquitetado por Glauco Fernando Bicaleto Gonçalves, de 26 anos, que trabalha com materiais recicláveis. “Ele comentou com um dos participantes do latrocínio que, no Ferro-Velho do Mineiro, os pagamentos eram feitos no momento da venda, e que a vítima ficava na posse de quantias consideráveis de dinheiro”, disse.

O crime teria sido executado por Gilson Lino da Silva, de 43 anos, o “Índio”. Acompanhado de uma pessoa ainda não identificada na investigação ele foi até o ferro- velho, atirou contra a vítima e roubou R$ 5,6 mil em dinheiro e pertences da vítima.

“Esse indivíduo foi o autor do disparo que vitimou o comerciante. Ele, que tem passagens por três homicídios e inúmeros roubos, após o crime fugiu para Porto Alegre (RS) e foi preso no último dia 18 quando trabalhava como vigia em um posto de combustíveis”, afirmou Tramontini.

A Polícia Civil também identificou a participação de Eduardo Junior Dias Nunes Lacerda, de 20 anos. Ele foi o responsável por levar os acusados até o ferro-velho e auxiliar na fuga após o crime. “Esse rapaz também se evadiu de Marília e foi preso no último dia 5 na cidade de Dom Aquino (MT) quando vendia abacaxis. Ele foi ouvido e confessou a participação no delito”, disse.

Ainda segundo Tramontini, a investigação prossegue para identificar o quarto participante do latrocínio. “Já temos informações de quem seria essa pessoa, que esteve com Índio no ferro-velho para cometer o crime”, finalizou.

Os acusados devem ser indiciados pelo crime de latrocínio e em caso de condenação podem pegar uma pena de até 30 anos de reclusão em regime fechado.