PM estoura depósito de cigarros e ainda apreende armas e munições

O vendedor Emerson da Silva Melo, de 40 anos, e o autônomo Adriano da Silva Barbosa, de 22 anos, foram presos na noite de quinta-feira (13) após policiais militares da Força Tática estourarem um depósito de cigarros oriundos do Paraguai em uma residência no bairro Novo Horizonte, na zona Leste da cidade. A ação ainda apreendeu armas, diversas munições, dinheiro e outros objetos. De acordo com info

O vendedor Emerson da Silva Melo, de 40 anos, e o autônomo Adriano da Silva Barbosa, de 22 anos, foram presos na noite de quinta-feira (13) após policiais militares da Força Tática estourarem um depósito de cigarros oriundos do Paraguai em uma residência no bairro Novo Horizonte, na zona Leste da cidade. A ação ainda apreendeu armas, diversas munições, dinheiro e outros objetos.

De acordo com informações da Polícia Militar (PM), por volta das 22 horas, policiais militares suspeitaram de uma camionete S-10, placas de São José do Rio Preto (SP), que trafegava em alta velocidade pela rodovia do Contorno (SP-294).

O condutor da camionete desobedeceu as ordens de parada e foi perseguido até o bairro Novo Horizonte. Os policiais militares encontraram o veículo estacionado numa residência na rua Vinícius de Moraes e em buscas localizaram 27.240 maços de cigarros oriundos do Paraguai.

O vendedor e o autônomo foram presos no interior do imóvel. Em buscas pela casa, os policiais militares apreenderam mais 8 mil maços de cigarros em um dos cômodos. A varredura ainda apreendeu uma pistola calibre 380, uma espingarda, diversas munições de calibres 22, 9 milímetros, 39 e 12, colete balístico R$ 45,7 mil, pedras preciosas, joias, e dois rádios comunicadores.

Na ação, os policiais militares ainda descobriram que a camionete estaria com a placa adulterada e que o veículo havia sido roubado em janeiro deste ano na cidade de Sertaneja (PR).

O vendedor e o autônomo foram indiciados pelos crimes de contrabando, receptação, posse ilegal de arma de fogo e munição, e adulteração de sinal identificador do veículo. A dupla foi recolhida para a cadeia de Pompéia e, se condenada, pode pegar uma pena superior a 20 anos de reclusão.