AirlineRatings aponta as 20 aéreas mais seguras de 2021

Qantas foi a primeira colocada, seguida por Qatar Airways e Air New Zealand. Não há nenhuma empresa brasileira na lista

Ranking divulgado pelo site AirlineRatings na última terça-feira (4) elegeu a companhia aérea australiana Qantas a mais segura para voar em 2021, seguida pela Qatar Airways, Air New Zealand, Singapore Airlines e Emirates.

O site, que avalia a segurança de 385 empresas de todo o mundo, listou as 20 companhias mais confiáveis do mundo para viajar este ano, após um ano de redução drástica na malha aérea provocada pela Covid-19. Não há empresa brasileira na lista.

A companhia australiana já foi líder do ranking em 2014, 2017, 2019 e 2020. Em 2018, a empresa dividiu o primeiro lugar com um grupo de outras 20 empresas.

Qantas, Qatar Airways, Air New Zealand, Singapore Airlines, Emirates, EVA Air, Etihad Airways, Alaska Airlines, Cathay Pacific Airways, British Airways, Virgin Australia / Virgin Atlantic, Hawaiian Airlines, Southwest Airlines, Delta Air Lines, American Airlines, SAS, Finnair, Lufthansa, KLM e United Airlines são as 20 companhias aéreas mais seguras para voar, segundo a avaliação do site AirlineRatings.

De acordo com o editor-chefe do AirlineRatings, Geoffrey Thomas, a 20 companhias aéreas listas no ranking são destaques na indústria e estão na vanguarda da segurança, inovação e lançamento de novas aeronaves. “Há pouca diferença entre as 20 primeiras colocadas. Todas são destaques”, disse Thomas.

Companhias de baixo custo

A pedido de turistas, o relatório também destacou as 10 companhias aéreas de baixo custo mais seguras do mundo. A lista, desta vez, está em ordem alfabética. Ou seja, não há primeira colocada. Confira: Air Arabia, Allegiant, Easyjet, Frontier, Jetstar Group, Jetblue, Ryanair, Vietjet, Westjet e Wizz.

“As companhias aéreas têm incidentes todos os dias e muitos deles são problemas de fabricação de aeronaves, não problemas operacionais de companhias aéreas. A maneira como a tripulação lida com incidentes é o que diferencia uma boa companhia aérea de uma não segura”, concluiu o editor-chefe do AirlineRatings.