Microchip em animais de estimação ajuda identificar tutores

Recurso ainda é pouco utilizado mas é uma ferramenta que reúne todas as informações sobre o animal

Por Izabel Dias 

 

A utilização de microchips em animais de estimação é uma forma eficaz para identificação dos tutores em caso de fuga do cão ou gato, além de reunir todas as informações sobre a saúde e vacinação do animal.

Segundo a veterinária Nicole Castanha da Silva, apesar de a maioria das clínicas veterinárias oferecerem a microchipagem, o recurso ainda é pouco utilizado por proprietários de cães e gatos, possivelmente pelo custo que pode variar entre R$ 100 e R$ 150.

A veterinária explica que o microchip não permite rastrear os animais quando fogem. Mas o chip contém todas as informações sobre o animal, como vacinação, data nascimento e também o telefone de contato dos tutores é cadastrado, o que ajuda na localização. “É como se fosse uma carteira de vacinação e é muito positivo porque é uma ferramenta de identificação”, disse.

A veterinária Nicole Castanha afirma que cada marca de microchip possui um site onde é feito o cadastro dos tutores com as informações do animal. O microchip possui 2 centímetros  por 2 milímetros e é aplicado na parte superior do pescoço do cão ou gato através de uma agulha própria. Uma vez colocado no corpo do animal não há necessidade de substituição periódica.

O microchip é como um código de barras e para ter acesso às informações o animal deve ser levado à uma clínica com o leitor. Com a microchipagem é possível também evitar o furto do animal, que quando for localizado é possível identificar os tutores.

A veterinária explica ainda que o processo de colocação do microchip  não gera desconforto no animal e a dor é semelhante a tomar uma vacina. O risco de rejeição ao chip é mínimo e todos os tamanhos de cães e gatos podem receber o equipamento.