Dise flagra homem com 23 tijolos de maconha no Jardim Califórnia

Droga foi encontrada enterrada em tambor plástico em bambuzal na zona oeste

Por Matheus Brito / Fotos: Divulgação

 

Um homem de 29 anos, identidade não divulgada, foi preso na terça-feira (15) por policiais civis da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) após ser flagrado com 23 tijolos de maconha enterrados em um bambuzal no Jardim Califórnia, na zona Oeste de Marília.

Segundo o delegado Luís Marcelo Perpétuo Sampaio, em ação de combate ao tráfico, policiais civis da delegacia especializada em narcóticos os policiais civis cumpriram mandado de busca na rua Francisco Guaglianone. “Os investigadores flagraram o acusado deixando a trilha que desembocava no bambuzal”, disse.

Em buscas no local, os policiais civis encontraram um tambor plástico enterrado que armazenava os tijolos de maconha. A ação da Dise ainda apreendeu R$ 380 em dinheiro na posse do acusado.

O homem foi indiciado em flagrante pelo crime de tráfico de entorpecentes e recolhido para a penitenciária de Marília. Em caso de condenação, a pena pode chegar até 15 anos de prisão em regime fechado.

Jardim Teruel – Um ajudante de cozinha de 24 anos também foi preso na terça-feira pela Dise acusado do crime de tráfico de drogas no Jardim Teruel, na zona Oeste da cidade.

As buscas foram realizadas em residência na rua Isamu Egashira. A ação apreendeu oito pinos de cocaína, uma porção de maconha e R$ 185 em dinheiro.

O ajudante de cozinha foi indiciado em flagrante pelo crime de tráfico de entorpecentes e recolhido para a penitenciária de Marília. A pena pode chegar até 15 anos de prisão em regime fechado.

Prisão temporária – A Dise ainda cumpriu mandado de prisão e prendeu um homem na terça-feira (15). Ele é acusado de ser o proprietário de cerca de um quilo da droga skank, apelidada pelos usários de “super maconha”, apreendida dias atrás pela delegacia especializada.

A ordem de prisão havia sido decretada pela 2ª Vara Criminal de Marília. O homem foi recolhido para a penitenciária de Marília e pode pegar até 15 anos de prisão em regime fechado.