ONG “Alimento Sim” adapta projeto à pandemia

Salgadinhos são preparados na entidade, que está aberta às encomendas

Foto: Divulgação

A ONG “Alimento Sim, Fome Não” adapta o projeto Salgado Multiplicador à pandemia. A proposta inicial era a venda de porta em porta pelas pessoas cadastradas na entidade, mas foi substituída pelo atendimento às encomendas.

A reformulação está sendo vista como uma oportunidade de apresentação dos salgadinhos e preparação para o projeto inicial de geração de renda após o fim da pandemia.

O Salgado Multiplicador é feito pelo voluntariado da entidade com o patrocínio do Supermercado Tauste, que doou uma máquina própria para acelerar a produção.

Os beneficiados pela ONG Alimento Sim, Fome Não, que fica na zona sul da cidade, assumiriam a venda de porta em porta, respeitando as normas de higiene no transporte e manipulação de alimentos.

“Seria uma oferta de trabalho para essas pessoas, com 30% do lucro para elas e 60% para os trabalhos sociais da ONG, que entrega cestas básicas, desenvolve ações para as crianças e faz ainda outras doações”, explicou o presidente, Amauri Gonzaga.

Por enquanto as vendas não puderam ser feitas nas ruas, nem aceleradas porque a pandemia impede esse tipo de iniciativa. Mas o Salgado Multiplicador, que começaria neste ano, dá os seus “primeiros passos”, em uma fase inicial de pré-projeto.

A ONG está comercializando os salgadinhos mediante encomenda toda quinta e sexta-feira. A sede da entidade fica aberta a meia porta para a entrega do alimento e, com isso, tem consigo reforço financeiro para manter o projeto, comprando a farinha e os recheios, e pagar contas fixas da entidade.

Os pedidos podem ser feitos pelo whatsapp 99848-4272. Não há exigência mínima de quantidade. Apesar de ser um período sem grandes festas, a entidade informa que também atende encomendas para pequenas reuniões.