Sieeesp alerta: sem ajuda creches e pequenas escolas fecham as portas

          

 

Desde o dia 6 de maio – portanto, há dois meses, o Sieeesp – o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estrado de São Paulo vem alertando às autoridades e governantes sobre a grave da crise que se abate duramente sobre o nosso segmento (10 mil escolas – 2,4 milhões de alunos em todo o Estado), composto em sua grande maioria (80%) por pequenas escolas, creches de bairro etc.


“Esse é um alerta aos governantes, autoridades educacionais e econômicas, aos políticos do bem, para a gravidade da situação que vivemos: temos recebidos relatos aflitos das escolas. Se nada for feito para ajudar, de 30 a 50% de todo o segmento vai quebrar em pouco tempo”, ressalta o presidente do Sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva. Isso representa de três mil a cinco mil escolas (em todo o Estado são cerca de 10 mil) e mais de um milhão de crianças e adolescentes.” (Em 06/05/2020 – para toda a Imprensa e redes sociais)


“Fomos às redes sociais e fizemos esse alerta público; solicitamos ajuda ao governo de São Paulo, ao prefeito de São Paulo, e nada foi feito. Denunciamos essa situação crítica à Câmara dos Vereadores, à Assembleia Legislativa, à Câmara dos Deputados; pedimos socorro aos ministros da Economia e Educação, ao próprio presidente Jair Bolsonaro, para a criação do vaucher educacional para as famílias de menor poder aquisitivo, das classes C, D e E, que são aquelas que mais sofrem”, alertou o presidente do Sieeesp.


Com exceção do projeto aprovado no Senado a respeito da criação dos recebíveis da educação (CRE’s, que ainda precisa ser aprovado na Câmara dos Deputados), nada continua sendo feito! Os relatos das creches e pequenas escolas agora são muito mais dramáticos. “Antes, o pedido era de ajuda, agora é uma questão de socorro: ou se faz alguma coisa urgente pela escola particular, assim como feito pelo turismo, companhias aéreas etc., ou será a falência geral, com demissões, crianças e alunos sem escola e perdas sociais irreparáveis” frisa o presidente Benjamin Ribeiro da Silva.