Prefeito frisa que a responsabilidade é de todos na abertura do comércio

"O vírus não tem fronteira. População precisa estar atenta e reforçar as medidas de segurança"

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O prefeito Daniel Alonso enalteceu atuação do Supermercado Confiança diante do surto de Coronavírus. Ele usou esse exemplo para frisar a responsabilidade de todos os estabelecimentos e da população para que a flexibilização da quarentena funcione. 

Daniel Alonso ressaltou que o surto registrado no Supermercado Confiança pode ocorrer em qualquer estabelecimento e que a flexibilização das atividades comerciais implica em cuidados redobrados.

“O Supermercado Confiança, através da sua diretoria, tomou todas as providências, passou por uma higienização e sanitização, e oferece segurança a todos os funcionários e clientes. O vírus foi eliminado”, disse nessa quarta-feira.

“Só que o vírus não tem fronteira. Toda população e todos os estabelecimentos precisam estar atentos”, acrescentou o chefe do Executivo. Ele enalteceu a rapidez com que agiu o Supermercado Confiança, frisando que parte dos 13 funcionários contaminados, e afastados do trabalho, não apresentavam sintomas.

O surto só foi identificado porque, diante de um funcionário contaminado, a direção do supermercado contratou a testagem de todos os colaboradores, além de acionar a Vigilância Sanitária e Epidemiológica e desinfetar a empresa inteira.

“Quarentena não é vacina. Todas as medidas precisam continuar e com ainda mais rigor a partir de 1º de junho (reabertura parcial do comércio)”, frisou o prefeito.

Como exemplo, uso de álcool em gel e lavagem frequente das mãos, uso de máscaras em qualquer estabelecimento, não tocar o rosto e a máscara, manter o distanciamento social de aproximadamente dois metros uns dos outros.

Grupos de risco devem permanecer em casa e as pessoas que tiverem qualquer sintoma respiratório ou febre devem procurar ajuda médica para cuidados e testagem de Coronavírus.

Rede Básica de Saúde

Os testes de Covid-19 estão disponíveis na rede municipal de saúde, mas são feitos após avaliação da necessidade. A reestruturação da rede básica, desde o início de casos de Covid-19 em Marília, visa separar os pacientes com sintomas suspeitos dos demais, evitando a contaminação.

Das 48 unidades de saúde da rede, 16, distribuídas nas quatro regiões da cidade, estão aptas a receber pacientes com sintomas respiratórios, designadas como referência durante a pandemia. São 11 USFs (Unidades de Saúde da Família) e cinco UBSs (Unidades Básicas de Saúde).