Nissan Kicks atualiza visual e ganha versão “híbrida”

Conjunto mecânico tem motor a gasolina que produz energia para motor elétrico

A Nissan revelou a primeira mudança visual do Kicks, que chega acompanhada da configuração “híbrida” e-Power. A novidade foi apresentada na Tailândia, ao contrário do lançamento mundial do modelo, em 2016, que aconteceu primeiro no Brasil.

Quanto a vinda do modelo renovado ao mercado brasileiro, a Nissan afirmou que não comenta projetos futuros, mas que “continuará trabalhando para manter o modelo como um dos líderes do segmento”. Mesmo ainda sem confirmação oficial da marca, podemos esperar pela atualização no Brasil.

Mais sofisticado

As principais novidades estão na dianteira do Kicks, que ganha ares mais modernos e sofisticados. Os faróis têm formato semelhante ao dos atuais, mas ganharam um prolongamento em direção à grade. Agora eles também são totalmente iluminados por LEDs.

A grade cresceu e agora invade o para-choque, e uma borda em preto brilhante dá impressão de que ela é ainda maior. Os faróis de neblina foram para as novas aberturas laterais, que têm formato vertical.

Na traseira, a parte inferior do para-choque passa a ser na cor da carroceria e as lanternas ganham novo arranjo interno e iluminação de LEDs. Por dentro as mudanças também são discretas, feitas no formato da central multimídia e nos materiais de revestimento.

Entre os equipamentos, o Kicks tem central multimídia com tela de 8 polegadas, Android Auto e Apple Carplay, quadro de instrumentos com tela de 7 polegadas, alerta de colisão frontal com frenagem automática de emergência, alerta de pontos cegos, alerta de tráfego cruzado traseiro e 6 airbags.

Motorização “híbrida”

O que também pode chegar ao Brasil é a configuração “híbrida” do Kicks, que une um motor a combustão e um elétrico. De acordo com a Nissan, são 129 cavalos de potência e 26,5 kgfm de torque.

As aspas não estão na palavra “híbrida” a toa, já que o funcionamento do sistema e-Power tem suas particularidades quando comparado com híbridos convencionais, onde os propulsores trabalham juntos na movimentação do veículo.

Neste caso, um motor 1.2 de três cilindros a combustão serve como um gerador para a bateria que alimenta o motor elétrico. Ou seja, o modelo tem comportamento de elétrico, mas é abastecido com gasolina - ainda não há informações sobre planos de torná-lo flex.