Famema destaca que concurso é a única maneira de regularização

Instituição depende do Governo do Estado para alteração do quadro de funcionários

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Diante de nova rejeição das contas da Fumes pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado), a Faculdade de Medicina de Marília destaca que “a única forma de reverter essa situação é por meio da realização de concursos públicos”.

A Fundação Municipal de Ensino Superior tem a rejeição do TCE há oito anos seguidos. O problema que perdura é uma crescente dívida previdenciária e de controle de plantões e horas extras.

A recomendação seria a extinção da Famar (Fundação Mariliense de Apoio à Famema) e rordenação do quadro de trabalhadores da Famema e da sua autarquia de Saúde, o HC/Famema.

A estadualização da Faculdade de Medicina de Marília aconteceu há 26 anos (94), mas o problema se arrasta desde então, dependendo do Governo do Estado.

A Famar foi criada em agosto de 2007. É uma entidade pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos ou de fins não econômicos, de caráter assistencial, dotada de autonomia administrativa, operacional e financeira, e regida por estatuto próprio e pelas leis que lhe sejam aplicáveis.

“Ao longo dos anos, a Famar passou a efetuar contratações de profissionais para atuar nas duas autarquias, de ensino (Famema) e de assistência à saúde (HC/Famema), tornando-se o principal empregador das duas instituições com 1.445 funcionários contratados através de processos seletivos”, mencionou a direção da faculdade.

Diante desse impasse, a direção destaca que depende da aprovação de concursos públicos pelo Estado para alterar a forma de contratação de pessoal dentro da instituição.