Presidente da Câmara intervém para aterrar piscina desativada

Piscina de Emei está inutilizada há mais de cinco anos e gera reclamação de pais e moradores

O presidente da Câmara, vereador Marcos Rezende, esteve ontem na Emei Monteiro Lobato, atendendo pedido da diretora da escola e de pais de alunos, que pedem a realização de obra para aterrar a piscina, desativada na escola há mais de cinco anos. O encontro teve ainda a presença da secretária adjunta de Obras, Ruth Ferreira Cardoso.

A piscina há mais de cinco anos deixou de ser utilizada e se tornou um problema para a direção da escola. É alvo de reclamações de pais de alunos e moradores do bairro, em razão do perigo da dengue, além de ocupar um espaço que poderia ser utilizado de forma produtiva para os alunos.

Segundo a diretora da Emei, Cindi Cardoso Prates, quando a Emei Monteiro Lobato foi criada ela atendia crianças mais velhas e a piscina é antiga e com uma profundidade de 80 centímetros.  A Emei atende crianças de 1 ano e três meses a cinco anos e a piscina foi desativada. “Além da questão da manutenção, que tinha um gasto muito grande mantido com dinheiro da APM (Associação de Pais e Mestres), tem a segurança das crianças. Não é possível um professor sozinho acompanhar uma turma de 25 crianças”, disse.

Com a desativação da piscina, a direção da escola passou a pedir junto ao Poder Público municipal a obra de aterramento da área. A piscina é fechada por grades e cadeado e apesar dos cuidados dos funcionários da escola, acaba  acumulando água parada. “Nós somos questionados pelos vizinhos do bairro que se preocupam com os casos de dengue. Há denúncia na Ouvidoria e gostaríamos de solucionar o problema que já dura muitos anos”, disse a diretora.

A diretora afirma que o aterramento da piscina é um pedido também dos pais de alunos da Emei. “É um espaço insalubre. Pensamos em aterrar a piscina  e depois juntamente com a APM e o conselho da escola, decidir o que fazer no local”. No início de 2019 a diretora Cindi Cardoso Prates fez a reivindicação ao vereador Marcos Rezende.

“No ano passado fizemos um requerimento solicitando a desativação da piscina. É um pedido da diretora de uma das principais escolas da cidade e vem chancelado pelos pais, pela APM”, disse o presidente da Câmara.

Marcos Rezende disse estar pleiteando a obra de aterramento da piscina junto a Prefeitura, porque o município tem equipamentos para isso. “A piscina está cercada por grades e a escola não tem equipamentos ideais para fazer esta obra. Os pais ficam preocupados com a saúde das crianças e também há o perigo de doenças na comunidade. Objetivo é salvaguardar a saúde e o direito das crianças “, disse.

A secretária adjunta de Obras do município, Ruth Ferreira Cardoso, informou que o pedido da direção da escola será colocado no cronograma de obras para que seja realizado o quanto antes. Uma equipe de serralheiros da Secretaria vai desmontar as grades que cercam a piscina e os caminhões farão o aterro.