ACC oferece terapias complementares sem custo

As terapias disponíveis são reiki, aromaterapia, terapia com florais, massoterapia e auriculoterapia

 

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A ACC abre suas práticas complementares a todos os pacientes que têm ou tiveram câncer. Familiares cuidadores também podem ser atendidos. O novo espaço foi inaugurado em outubro do ano passado, após meses de capacitação dos profissionais. As terapias disponíveis na entidade são reiki, aromaterapia, terapia com florais, massoterapia e auriculoterapia.

Os interessados só precisam agendar uma entrevista com a assistente social da entidade, levando CPF, RG, comprovante endereço e o laudo médico. A oferta das terapias complementares independe de perfil socioeconômico. Embora o público-alvo da ACC seja o paciente de câncer adulto, pacientes infantis e seus pais (sendo os cuidadores) também são atendidos nas práticas complementares.

De 2 de outubro a 27 de dezembro, o novo espaço da Associação de Combate ao Câncer atendeu 391 pessoas. “A demanda é grande e poderíamos atender mais pacientes se tivéssemos mais profissionais. Estamos tentando viabilizar uma parceria com o poder público ou privado para isso”, considerou a presidente da ACC, Maria Antônia Antonelle.   

Atualmente a entidade conta com quatro terapeutas, que selecionou e contratou após a conclusão do curso oferecido em 2019. O agendamento com esses profissionais é das 8h ao meio-dia de segunda, quarta e sexta-feira. Cada sessão dura em torno de uma hora.

A redução da dor está entre os principais benefícios, além de reduzir os efeitos da quimioterapia e da radioterapia, como náuseas e perda apetite. As terapias também são aliadas no combate à tristeza e o estresse.

“Englobamos familiares, quando são os cuidadores, também porque consideramos importante cuidar de quem cuida. O sofrimento emocional dessas pessoas acaba levando a quadros de adoecimento também”, observou a presidente da ACC.

Neste início de ano a associação fará um trabalho de conscientização nos hospitais para aumentar a parceria com os médicos porque, segundo Maria Antônia, muitos ainda não encaminham os pacientes para as práticas complementares.