Marielle não morreu!

 

 

 

Apesar de já ter sido enterrada em março do ano passado, a ex-vereadora carioca Marielle Franco ainda vive atormentando as mentes cansadas e poluídas pelo comunismo/socialismo de parlamentares e adeptos da esquerda festiva brasileira.

 

Essa gente não deixa Marielle em paz e a defunta deve estremecer no caixão a cada vez membros do PSol, REDE, PSB, PCdoB e PT retumbam o assassinato dela em 14 de março de 2.018.


Demonstrando total despreocupação com a situação de calamidade em vários setores da economia do País, provocada pelo desgoverno da esquerda, essas mentes do mal agem para atrapalhar o governo de Jair Bolsonaro, porque o maior interesse é boicotar para que não haja recuperação social e econômica, de olho em possível retorno ao poder.

 

Aliás o criminoso preso do PT, José Dirceu (réu no mensalão e no petróleo) disse há pouco tempo que “é uma questão de tempo para retomar o poder”. E para isso vale tudo, até mesmo blefar, mentir, inventar mentiras e acusações contra o governo e o presidente Jair Bolsonaro. É a tática comunista!


É estranho que a esquerda insista tanto em mexer no cadáver de Marielle Franco, mas nunca se interessou em insistir no aprofundamento das investigações sobre as mortes dos prefeitos petistas de Santo André, Celso Daniel e de Campinas, o Toninho do PT.

 

Esses casos não interessam para eles, principalmente para os petistas e seus aliados, apesar de todas as evidências (que também foram enterradas providencialmente) de participações de mandantes do governo petista, inclusive com acusações ao ex-presidente encarcerado por corrupção, Luiz Inácio Lula da Silva.


Condenado por ser um dos cabeças do esquema do mensalão, o publicitário e empresário Marcos Valério afirmou, durante um depoimento ao Ministério Público de São Paulo, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi um dos mandantes da morte do então prefeito de Santo André, Celso Daniel.

 

O caso aconteceu em 2002 e jamais foi solucionado. Apontado como o mandante do crime, o empresário Sérgio Gomes da Silva teve a prisão decretada em 2003 e ficou detido entre dezembro daquele ano e julho de 2004, até conseguir um habeas corpus do STF.

 

O empresário foi morto em 2016. Foi ele que contratou Dionísio de Aquino Severo - que foi resgatado de helicóptero de um presídio em Guarulhos um dia antes do sequestro do prefeito - para organizar a ação e contatar os demais integrantes da quadrilha da favela Pantanal. Severo foi preso em 2002 e morto dois dias depois, dentro da prisão, enquanto falava com sua advogada.

 

Ele tinha um depoimento agendado para o MP quando foi detido. Depois dele, outras seis pessoas ligadas ao crime também foram mortas, incluindo testemunhas e um médico legista.

Valério conta que o empresário Ronan Maria Pinto chantageou membros da cúpula petista, dizendo que apontaria Lula como "o cabeça" na morte de Celso Daniel.

 

Após uma longa negociação, ele teria aceitado ficar em silêncio sobre o caso.

 

Valério diz que informou Lula pessoalmente: “Eu virei para o presidente [Lula] e falei assim: ‘Resolvi, presidente’. Ele falou assim: ‘Ótimo, graças a Deus’”, finalizou.


Mesmo assim PT, PSol, PCdoB, PSB e REDE nunca se manifestaram e resolveram deixar Celso Daniel enterrado com toda a história que envolve os mandantes do crime. Mas, já em relação a Marielle Franco, essa gente não para de infernizar.

 

Líderes da oposição no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (Rede) e o deputado Alessandro Molon (PSB) pediram ao procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, José Eduardo Clotola Cussem, que "medidas urgentes" sejam tomadas para resguardar o sistema de gravação e os computadores do condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro e Ronnie Lessa, um dos acusados de matar a vereadora Marielle Franco (PSol), têm residência.

 

Vai continuar a saga “quem mandou matar Marielle”.

 

Mas não interessa nenhum pouco saber quem mandou matar Celso Daniel e Toninho do PT!