Evento desperta população para a doação de sangue, medula e órgãos

Evento, no dia 27, é uma iniciativa da vereadora Professora Daniela

No último domingo desse mês, 27 de outubro, uma Caminhada pela Vida pretende despertar a sociedade, num incentivo à doação de sangue, medula óssea e demais órgãos. A doação de sangue e medula acontece em vida. Quanto ao restante, é essencial informar os familiares que se tem a intenção de ser um doador após o falecimento.

A Caminhada pela Vida é uma iniciativa da vereadora Professora Daniela (PL) e conta com o apoio da Secretaria Municipal da Educação, do Complexo Famema, incluindo o Hemocentro, da Unimar e da Unimed.

Toda população é convidada a participar. O ponto de encontro será a Praça da Emdurb, no começo da Avenida das Esmeraldas, das 9 horas ao meio-dia do dia 27 de outubro.

Além da caminhada, para atrair a atenção das pessoas haverá recreação infantil e para adultos, apresentações da Banda Marcial de Marília, do Grupo KN4 e do cantor Daniel Arthur (The Voice Kids), aferição da pressão arterial e testes de glicemia.

Haverá também uma feira de adoção de animais e de ração e os participantes vão concorrer a bicicletas e brindes num sorteio. A ideia do evento é mobilizar a sociedade para que se torne cada vez mais consciente e solidária.

Homens podem doar sangue (Hemocentro) até quatro vezes por ano. E mulheres, até três. Já o cadastro de medula óssea (também no Hemocentro) é rápido e gratuito. As chances de o voluntário ser chamado para salvar a vida de um paciente é rara porque a compatibilidade entre receptores e possíveis doadores é mínima.

Quando isso acontece, o candidato confirma sua intenção e, se aceitar, passa por uma avaliação prévia. O procedimento de doação da medula não é cirúrgico, embora hospitalar. E é considerado simples para o doador.   

Quanto aos demais órgãos, a caminhada visa conscientizar as pessoas para que queiram se tornar doadoras após o seu falecimento. E, assim sendo, expressem essa intenção para os familiares. A maior motivação para a negativa das famílias, quando o hospital propõe a captação de órgãos, é a insegurança quanto a real vontade de quem faleceu sobre ser ou não um doador.

A captação não é possível na maioria dos óbitos, mas quando é, o procedimento só é feito após a abordagem e concordância familiar. O que deve acontecer rapidamente para não invalidar o órgão a ser transplantado.