Dia Mundial coloca o suicídio em pauta

O número da ligação, anônima e gratuita, é 188

Hoje (10 de setembro) é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

 

O Movimento Setembro Amarelo, de prevenção ao suicídio, dura o mês todo, mas hoje (10) é o Dia Mundial com o mesmo objetivo de coloca o assunto em discussão para derrubar tabus e aumentar a rede de proteção em torno das pessoas em sofrimento psíquico.


De acordo com a Sociedade Brasileira de Psiquiatria, a depressão é a principal causa entre quem chega a pensar em tirar a própria vida.

 

No entanto, muitos fatores podem levar a um quadro depressivo e a principal medida de proteção é a sociedade em alerta, sem julgar, pronta a ouvir, acolher e ajudar.


Em Marília o Movimento Setembro Amarelo conta com um grupo especializado de Prevenção ao Suicídio, que se coloca à disposição de entidades, escolas, empresas e instituições em geral, gratuitamente. 


Psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais, professores e enfermeiros estão engajados no grupo.

 

Eles promovem palestras, capacitações e rodas de conversas sobre sinais e formas de prevenção, de acordo com a procura, mediante agendamento e sem custo.


E o grupo oferece atendimento psicológico mediante triagem social.

 

Neste caso, o público-alvo é a pessoa em sofrimento que não tem plano de saúde ou condições de assumir atendimentos particulares.

 

“Após a triagem social, cobramos uma taxa mínima somente para comprometer o atendido e assegurar sua vaga”, disse a psicóloga Luciana Handa. 

 

O atendimento é agendado individualmente e com a segurança da discrição por parte dos profissionais.

 

Cada um atendendo em seu próprio espaço. O telefone de contato é 99789-0927.


Disque 188


O CVV (Centro de Valorização da Vida) é considerado o maior aliado da Saúde na prevenção ao suicídio.

 

O número da ligação, anônima e gratuita, é 188, disponível 24 horas por voluntários do Brasil todo e também anônimos. 


Prefeitura


A Prefeitura Municipal chama a atenção para a prevenção ao suicídio, divulgando os serviços públicos que podem atender pessoas em sofrimento psíquico.

 

São eles Caps, Prontos Atendimentos, Pronto-Socorro, unidades básicas de saúde, hospitais e o próprio CVV.

 

 

Por Carolina Godoy