Novos casos se tornam escassos e Vigilância para a contagem semanal

A última contagem municipal é de 12 de agosto

Os novos casos de dengue se tornaram escassos no último mês e a Vigilância Epidemiológica parou a contagem semanal.

 

O controle em campo e de notificações de vítimas continua, mas com o surgimento do sarampo, os balanços periódicos estão focados nessa doença.


A última contagem municipal é de 12 de agosto, com o total de 2.764 vítimas confirmadas por análise laboratorial neste ano.

 

Outras 489 pessoas tinham diagnóstico clínico da doença, mas aguardavam o resultado do exame.


De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, há anos a dengue deixou de ser uma doença sazonal, de ocorrência em clima quente e, principalmente, com chuvas (facilitando a proliferação do mosquito transmissor pelo calor e água parada). 


A doença passou a ocorrer o ano todo.

 

Por conta disso, o trabalho da Saúde no combate e controle da dengue foi incorporado à rotina.

 

As medidas incluem o controle de novos casos suspeitos notificados, os bloqueios em campo, prevenindo proliferação do mosquito Aedes aegypti, e o registro de resultados positivos.


Só que como os novos casos têm sido cada vez mais escassos no último mês, a Vigilância Epidemiológica suspendeu a contagem semanal para atualização epidêmica de dengue.

 

E concentra esforços adicionais no controle do sarampo.

 

Isso porque Marília passou a ter casos da doença, sendo um dos municípios paulistas em surto.   


A Saúde alerta, no entanto que, assim como as ações municipais de controle da dengue são rotina o ano todo, os cuidados da população também precisam ser.

 

O inseticida utilizado para nebulizações do Aedeas aegypti visa matar mosquitos adultos que possam estar contaminados na região de moradia ou maior tempo de estadia das vítimas, mas, para a população, a principal orientação é a eliminação dos criadouros, não deixando água parada.

 

Além do uso de repelente, mesmo para a vítima da doença, evitando a transmissão através da picada do inseto.


Entre as ações pela população estão evitar água parada em qualquer recipiente; lavar bebedouros de animais, tampar  caixa d’água e vedar ralos e vasos sanitários de pouco uso.  

 

Também se pode optar por aplicar produtos de limpeza semanalmente onde a água não possa ser retirada, como em ralos externos, por exemplo.

 

Mais informações podem ser obtidas na unidade de saúde mais próxima ou na Divisão Municipal de Zoonoses, pelo telefone 3401-2054.

 

 

Por Carolina Godoy