Na cara dura!

Sabem aquela coceirinha que as pessoas têm quando querem fazer alguma coisa a todo custo, mas há entraves, problemas e dificuldades?

 

Pois é, vários ministros do Supremo Tribunal Federal sofrem dessa formicação, desse comichão. Mas por quê?


É a vontade extrema de colocar na rua o ídolo maior da suprema corte, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criminoso já condenado em terceira instância no processo do tríplex do Guarujá e prestes a ser condenado em segunda instância no caso do sítio de Atibaia, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Parece ser também uma questão de lealdade ao “rei”!


A oportunidade será da reunião da Segunda Turma (aquela que solta todo mundo) no dia 27 de agosto.

 

A Segunda Turma do STF se reúne para analisar pedido da defesa para suspender, na primeira instância, ação em que é acusado de receber R$ 12,5 milhões da Odebrecht, na forma de um imóvel para sediar seu instituto e um apartamento vizinho à sua residência em São Bernardo do Campo.

 

A aposta em Brasília é que os ministros aproveitarão a oportunidade para soltar Lula. Na cara dura!


É preciso lembrar de que esta turma é formada pelos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski (que antes formavam o trio de ferro com Dias Toffoli, que foi para a presidência do STF), Cármen Lúcia, Edson Fachin e o decano Celso de Mello (antes confiável, agora também já sofre de prurido!).


Há um complô (e não é de hoje) de ministros do Supremo Tribunal Federal contra a operação Lava Jato.

 

Mas não é por acaso!

 

É que as investigações vão se aprofundando conforme são feitas as delações de envolvidos na corrupção e a água já começa a bater na pança de alguns togados, que querem a todo custo evitar que a “merda” venha à tona.


Basta dizer que o ministro Dias Toffoli atropelou a Constituição com um inquérito instaurado (a mando dele) pelo “serviçal” ministro mais novo, Alexandre de Moraes para barrar qualquer tipo de investigação contra a corte.

 

Principalmente da Receita Federal, sendo que dois auditores fiscais foram inclusive afastados por Alexandre de Moraes porque dentre 133 servidores investigados apareciam os nomes dos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, por movimentação estranha, incompatível com o que ganham.

 

É uma total inversão de valores, já que o STF deveria combater as irregularidades e não boicotar o trabalho da Receita Federal que atende aos interesses públicos, combatendo os desmandos.

 

Isso resultou inclusive em grande manifestação de fiscais e outros servidores da Receita em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal na semana passada, inclusive com faixas que diziam “Receita Federal, uma instituição a serviço do Brasil” e “Em defesa da Receita Federal, em defesa do Brasil”.


Ou seja, os ministros do STF estão sob fogo cruzado já há algum tempo e isso tem ficado muito claro nas redes sociais.

 

Eles não são deuses (nem de barro) e precisam se submeter às leis como todo cidadão deste País.

 

A revolta é muito grande, tanto que há convocação para grande manifestação contra a corte no dia 25 de agosto por todo o Brasil.

 

Se mesmo assim, no dia 27, na reunião da Segunda Turma, a maioria dos ministros resolver soltar o criminoso chefão da quadrilha do PT, a situação poderá ficar insustentável. E aí, valha-me Deus, Nossa Senhora! O País pode pegar fogo! Que se coloquem as togas de molho!!!