HOMICÍDIO: Vendedora é julgada por assassinato de ex-marido

Antes de deixar o local Buturi teria feito ameaças de morte a Nilza

Teve início a pouco no Fórum de Marília, o júri popular da vendedora Nilza Mendes Serrão.

Ela sentará no banco dos réus acusada do assassinato do ex-marido, o carteiro Marcos Gilfredo Buturi, de 47 anos, em crime ocorrido em janeiro de 2014, no bairro César de Almeida, na zona Norte da cidade.

Segundo a denúncia do Ministério Público (MP), o crime ocorreu no dia 13 de janeiro, por volta das 7 horas.

O carteiro foi até a residência da ex-mulher na rua Manoel Maldonado e ambos tiveram uma discussão.

Antes de deixar o local, Buturi teria feito ameaças de morte a Nilza.

Uma hora mais tarde, no cruzamento das ruas Ângelo Mazeto e Maria Siqueira Ramos, a vendedora conduzindo um veículo Kadet, placas de Marília, colidiu na traseira da motocicleta Honda CG 150 Fan, placa de Marília.

Caído no chão, Buturi foi atacado a pauladas pelo filho e sobrinho da acusada, ambos adolescentes.

O atendente foi socorrido por unidade de resgate do Corpo de Bombeiros para o Hospital das Clínicas (HC) de Marília.

Com vários ferimentos na cabeça, Buturi foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

A vendedora, que está em liberdade, foi indiciada pelos crimes de homicídio qualificado (recurso que dificultou a defesa da vítima) e corrupção de menores.

Se condenada, Nilza pode pegar uma pena superior a 30 anos de reclusão em regime fechado.