EDITORIAL: Léo Pinheiro desmascara Folha e The Intercept

A regra jornalística é muito clara e há necessidade de se checar a informação para ter certeza de que ela é verdadeira, antes de ser publicada.

 

Além disso, há sempre os dois lados da mesma notícia e eles devem aparecer na divulgação.

 

Contudo, parece que boa parte da mídia se esquece disso ou faz de propósito com interesses escusos (e políticos).


Uma prova escancarada disso tem acontecido com alguns veículos de comunicação, principalmente o jornal Folha de S. Paulo, que resolveu dar trela aos vazamentos de supostas conversas entre autoridades, que foram (e continuam sendo) divulgadas pelo site sensacionalista e suspeito The Intercept Brasil, que é comandado por um pseudojornalista norte-americano.

 

Glenn Greenwald tem ligações estreitas com o PT e o PSol há muito tempo, inclusive já surgiram fotos que provam esse relacionamento, onde aparece ao lado de figuras da esquerda como Luiz Inácio Lula da Silva, Jean Wyllys, Gleisi Hoffmann.

 

Ele é também “marido” do deputado federal David Miranda, do PSol, que entrou na vaga deixada pelo ex-deputado Jean Wyllys, que fugiu do Brasil alegando insegurança, depois de supostas ligações com Adélio Bispo, que tentou matar o então candidato do PSL Jair Bolsonaro.


Pois bem, o site The Intercept Brasil publica vazamentos de mensagens que foram conseguidas criminosamente por hackers, o que já faz tirar a credibilidade das notícias.

 

Mesmo assim, a Folha de S. Paulo entrou na onda para tentar atingir o ministro da Justiça Sérgio Moro (e o governo de Bolsonaro) e tentar desmoralizar a operação Lava Jato, defendida pela população brasileira, como ficou claro em várias manifestações pelo país afora.


Mas o jornalismo “marrom” do site e da Folha de S. Paulo acabou desmoralizado em carta do empreiteiro Léo Pinheiro, ex-executivo da construtora OAS, que decidiu quebrar o silêncio à imprensa pela primeira vez desde que foi preso.


Em carta enviada à Folha, a testemunha-chave para a condenação do ex-presidente Lula no caso do tríplex de Guarujá reafirma as acusações que fez contra o petista, diz que todas foram endossadas por provas e rechaça a possibilidade de ter adaptado suas declarações para que seu acordo de delação premiada fosse aceito pela Lava Jato.

 

"Afirmo categoricamente que nunca mudei ou criei versão, e nunca fui ameaçado ou pressionado pela Polícia Federal ou Ministério Público Federal", diz Léo Pinheiro.


Léo Pinheiro diz ainda que seu "compromisso com a verdade é irrestrito e total". Por isso, a elucidação de "fatos ilícitos que eu pratiquei ou que tenha tomado conhecimento é sempre respaldada com provas suficientes e firmes dos acontecimentos. Trata-se de um caminho sem volta". "Não sou mentiroso nem vítima de coação alguma", afirma.

 

"A credibilidade do meu relato deve ser avaliada no contexto de testemunhos e documentos."


Ou seja, tapou a boca (e abriu os olhos) de jornalistas da Folha de S. Paulo e de Glenn Greenwald (chamado ironicamente de “Verdeval”).


As mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil, tentaram mostrar que o empreiteiro foi tratado com desconfiança pelos procuradores da Lava Jato durante quase todo o tempo em que se dispôs a colaborar com as investigações.

 

As mensagens indicariam que Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, só passou a ser considerado merecedor de crédito após mudar diversas vezes sua versão sobre o apartamento de Guarujá que a empresa afirmou ter reformado para o líder petista.


Acontece que as mensagens criminosas nunca passaram por perícia e ninguém garante que são verdadeiras.

 

Mas parece mesmo uma “armação” de Glenn Greenwald em conluio com o PT e o PSol para tentar tirar Lula da cadeia.

 

O pior é que a Folha de S. Paulo entrou nessa trama de olhos fechados, atropelando as regras do jornalismo correto e decente.

 

Mas, tanto o site como a Folha acabaram desmoralizados com a declaração em carta de Léo Pinheiro.


Ele repete as acusações que fez a Lula nos processos judiciais, detalha as visitas ao tríplex e ao sítio feitas em companhia do ex-presidente e reafirma, no final, que os relatos ao Poder Judiciário foram feitos "de maneira espontânea e voluntária, sem qualquer benefício prévio pactuado, onde, inclusive, abri mão de meu direito constitucional ao silêncio". "As provas que estão presentes no processo são bem claras e contundentes", afirma. 


Lastimável que parte da mídia entre e faça o jogo sujo para política da esquerda derrotada nas eleições passadas, tentando justificar o injustificável, atacando uma operação séria como a Lava Jato e defendida pelo povo brasileiro, só para tirar Lula da cadeia.

 

É bom lembrar que Glenn Greenwald nunca apresentou provas da veracidade das mensagens e disse desconhecer os hackers que praticaram o crime.

 

Todos estão sendo investigados pela Polícia Federal e não se descarta uma possível deportação do norte-americano, como inclusive pedem os brasileiros de bem nas redes sociais.