EDITORIAL: O maciço apoio a Moro

Milhares de pessoas voltaram às ruas no domingo para defender a democracia, o governo de Jair Bolsonaro, a reforma da Previdência Social, mas principalmente o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

 

Vários bonecos gigantes de Moro desfilaram nas cidades e nos 26 estados que realizaram as manifestações coloridas de verde-amarelo.


O sinal foi bem forte mais uma vez de que o povo está ao lado do ministro e ex-juiz federal que vem sendo vítima de sórdida campanha da esquerda, com a ajuda do site (suspeito) The Intercept Brasil, comandado pelo jornalista norte-americano Glenn Greenwald (marido do deputado federal David Miranda, do PSol - que ficou com a vaga do ex-deputado Jean Wyllys).

 

O site tem publicado conversas entre Sérgio Moro na época em que era juiz da operação Lava Jato com o procurador da República, Deltan Dallagnol, que foram conseguidas criminosamente através de hackers, possivelmente contratados pelo próprio site ou por partidos da esquerda.

 

Um dos objetivos principais é tentar alegar suspeição de Sérgio Moro na condução do processo que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no caso do tríplex do Guarujá.


Com base na publicações do site, a defesa de Lula tentou até habeas corpus junto ao Supremo Tribunal Federal (com preciosa ajuda do ministro Gilmar Mendes) para tirar o ex-presidente da cadeia.

 

Não conseguiu!


Ficou bem claro nas manifestações de domingo que a população brasileira condena as tentativas de desmoralizar o ministro Sérgio Moro e principalmente as investidas da defesa e de ministros do STF para tirar Lula da cadeia.


O sentimento dominante nas manifestações foi a necessidade de uma reação urgente para resgatar Moro, após uma sequência de reveses que incluiu os diálogos revelados pelo “The Intercept”, a aprovação do projeto de abuso de autoridade pelo Senado e o susto da quase soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Moro, afinal, é hoje uma das duas últimas figuras a unificarem a direita (a outra é o ministro da Economia, Paulo Guedes).

 

Mesmo movimentos que se distanciaram de Bolsonaro, caso do MBL (Movimento Brasil Livre), mantêm seu apoio ao herói da Lava Jato e estiveram presentes na avenida.


Vendo o ex-juiz ser atacado, seus defensores foram para o revide.

 

Por onde se olhasse era possível ver cartazes e ouvir palavras de ordem com provocações.

 

“Esquerda escrota, pare de atrapalhar!”, era apenas um exemplo.

 

Até o vice-presidente, general Hamilton Mourão, há muito visto com desconfiança pelo público fiel ao presidente, foi resgatado em um cartaz que pedia: “General Mourão, faça a intervenção. Fim do congresso e do STF”.


O recado foi dado mais uma vez pelas ruas de todo o País.

 

Espera-se que o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal tenham entendido a voz do povo!