Interação inicia campanha com Hemocentro

O Colégio Interação abriu ontem sua 4ª Campanha de Doação de Sangue, voltada ao Fundamental II. A atividade segue até outubro e integra a Gincana Cultural da escola. Os alunos receberam a visita do Hemocentro ontem e serão agentes multiplicadores para atrair doadores, além de estarem sendo formados para também doarem sangue no futuro. A gincana está em sua 21ª edição e pelo quarto ano o colégio re

O Colégio Interação abriu ontem sua 4ª Campanha de Doação de Sangue, voltada ao Fundamental II. A atividade segue até outubro e integra a Gincana Cultural da escola. Os alunos receberam a visita do Hemocentro ontem e serão agentes multiplicadores para atrair doadores, além de estarem sendo formados para também doarem sangue no futuro.
A gincana está em sua 21ª edição e pelo quarto ano o colégio realiza a campanha de sangue, como uma das provas sociais. Bolsas de sangue vazias (sem uso) estão sendo deixadas em todas as salas de aula do Fundamental II (6º ao 9º ano).
A ideia é que os alunos, como agentes multiplicadores da doação de sangue, conquistem doadores na família, comunidade e nos grupos que frequenta. E cada adepto dessa iniciativa que for doar sangue deve entregar seu comprovante do Hemocentro ao aluno do Interação que o conquistou.
Os comprovantes serão depositados nessas bolsas de sangue que estão nas salas, para serem contados em outubro, na gincana, em uma competição saudável entre as turmas em prol de mais e mais doações de sangue.
A presença do Hemocentro ontem no Interação marcou a abertura da campanha. A assistente social do banco de sangue, Dayane Galletti, esteve nas seis salas de aula do 6º ano para uma pequena palestra aos alunos. Os estudantes das demais turmas já receberam a orientação nos anos anteriores. “Foi uma ação voltada aos nossos novos alunos, que passam a integrar a Campanha de Doação de Sangue a partir deste ano”, disse a coordenadora do ensino fundamental do Colégio Interação, Lúcia Helena Pavanello Ferrari.
Na fala da assistente social, ela abordou a inconstância do estoque de sangue em função do número variável de doadores e das demandas hospitalares, que não podem ser previstas. Também mencionou a importância de manter o estoque em níveis ideais para atender aos pacientes com hemopatias, com necessidades cirúrgicas e emergenciais.
“Essas crianças já começam a estudar o corpo humano e o sangue, tendo capacidade de compreender nossa fala e de sensibilizarem sobre a importância da doação de sangue. Podem influenciar positivamente as pessoas a sua volta e ainda crescem familiarizados com esse gesto solidário, com maior chance de serem doadores de sangue assíduos após os 16 anos (idade mínima para a doação)”, disse Dayane Galletti.