Dupla é julgada por “Tribunal do Crime” de empresário

Está previsto para quinta-feira (7), a partir das 10 horas, no Fórum de Marília, o julgamento de Giulio Borges Tormente e Michel Marlon Valderrama. A dupla sentará no banco dos réus acusada de integrar o “Tribunal do Crime” de uma facção criminosa que executou o empresário Rodrigo Maniscalco, de 39 anos, em crime ocorrido no mês de março de 2016, na favela do Argolo Ferrão, na zona Oeste da cidade

Está previsto para quinta-feira (7), a partir das 10 horas, no Fórum de Marília, o julgamento de Giulio Borges Tormente e Michel Marlon Valderrama. A dupla sentará no banco dos réus acusada de integrar o “Tribunal do Crime” de uma facção criminosa que executou o empresário Rodrigo Maniscalco, de 39 anos, em crime ocorrido no mês de março de 2016, na favela do Argolo Ferrão, na zona Oeste da cidade.

Segundo a denúncia do Ministério Público (MP), a sentença de execução da vítima foi decida no dia 8 de março de 2016. O empresário ficou em poder dos bandidos por mais de duas horas na favela da Vila Barros, na zona Norte da cidade. Após ser espancado, Maniscalco estava sendo levado para ser executado pelos criminosos quando o carro foi interceptado pela Polícia Militar (PM) na Vila Altaneira, na zona Leste. 

A ação da PM culminou com a prisão de Celso Ricardo Verga Piveto, o “Dick”, de 35 anos, Yan Silva Ferreira, de 20 anos, Jeferson Luís Inácio, de 35 anos, e um adolescente de 12 anos. 

Já na tarde do dia 19 de março, por volta das 17 horas, a vítima foi novamente capturada pelos criminosos e executada com requintes de crueldade. O empresário foi agredido com pedradas e pauladas, e após ser morto, teve o corpo jogado de um precipício de cerca de 15 metros.

Tormente e Valderrama, que estão presos, foram indiciados pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Se condenados, as penas podem ser superiores a 30 anos de reclusão em regime fechado.

Além da dupla, também são réus nesse processo Érika Pereira de Almeida Lemos, Leandro Aparecido Moraes e João Augusto Campos da Silva. Eles também foram pronunciados a júri popular, mas apelaram da decisão e aguardam julgamento do recurso.