Cuidador reclama de falta de fraldas e pede doações

O cuidador Emerson Silva é responsável pela mãe, acamada há cinco anos em função de um AVC (acidente vascular cerebral). A família vive em grande escassez financeira e ele não tem conseguido as fraldas nem materiais como luvas e gaze no postos de saúde. São aceitas doações. “Minha mãe teve derrame há cinco anos e não trabalho porque tenho que cuidar dela. Ela não pode ficar sozinha, quando eu saio

O cuidador Emerson Silva é responsável pela mãe, acamada há cinco anos em função de um AVC (acidente vascular cerebral). A família vive em grande escassez financeira e ele não tem conseguido as fraldas nem materiais como luvas e gaze no postos de saúde. São aceitas doações.
“Minha mãe teve derrame há cinco anos e não trabalho porque tenho que cuidar dela. Ela não pode ficar sozinha, quando eu saio alguém precisa me substituir em casa”, contou Silva. A mãe dele não tem aposentadoria nem benefício do INSS. “Estamos aguardando a perícia do INSS há quase um ano”.
Os dois vivem sozinhos em uma casa na Vila Jardim e dependem da ajuda dos familiares e de doações da sociedade e de grupos sociais para sobreviver. “Nossa energia elétrica foi cortada hoje cedo (ontem)”.
Sem condições de adquirir as fraldas geriátricas, Emerson pede a ajuda da população. “Por ser janeiro é ainda pior, porque alguns grupos sociais estão em férias”. Ele está indignado com a falta de respaldo do poder público.
“Sempre vou ao posto de saúde do meu bairro, mas as fraldas são entregues em quantidade muito pequena e há mais de dois meses está em falta, não consegui nada”. O cuidador está preocupado. Ele dá o banho na mãe diariamente e não sabe o que vai nesse final de semana.
Na unidade de saúde, Emerson mencionou que as luvas e a gaze também estão em falta. “Até o anticonvulsivo que minha mãe toma é muito difícil conseguir, vive faltando”. Ele aceita doações. O telefone de contato é 99782-8788.