O Mundo que não Pensa

Um dos livros mais aclamados e polêmicos dos últimos anos, O Mundo que não Pensa. A Humanidade Diante do Perigo Real da Extinção do Homo Sapiens, mostra o lado sombrio e preocupante da tecnologia do nosso cotidiano.

O Mundo que não Pensa

Um dos livros mais aclamados e polêmicos dos últimos anos, O Mundo que não Pensa. A Humanidade Diante do Perigo Real da Extinção do Homo Sapiens, mostra o lado sombrio e preocupante da tecnologia do nosso cotidiano.

No livro publicado no Brasil pela Editora LeYa, O jornalista Frankin Foer afirma que estamos terceirizando nossas capacidades intelectuais para empresas como Apple, Google e Facebook, dando origem a um mundo onde a vida social e política passa a ser cada vez mais automatizada e menos diversa.

Com um texto inteligente, perspicaz, claro e elegante, herdeiro da melhor tradição do jornalismo, Foer revela os tentáculos sorrateiros de nossos mais idealísticos sonhos tecnológicos. Para ele, nós, os homo sapiens, chegamos a um momento da evolução em que começamos a deixar para trás a característica que mais nos diferenciou das outras espécies: o fato de sermos capazes de pensar, imaginar, refletir e conhecer.

Até agora poucos entenderam a gravidade dessa ameaça, do perigo real e eminente da extinção da nossa espécie - o que faz de O mundo que não pensa uma leitura urgente e fundamental.

O autor - Frankllin Foer é correspondente do Atlantic e membro da New America Foundation. Durante sete anos foi editor-chefe da revista The New Republic. Ele é autor do bestseller internacional Como o futebol explica o mundo, traduzido em 27 países.

 

A Morte da Verdade

A manipulação das informações no governo Trump e caminhos para a era da pós-verdade Vivemos em uma época em que qualquer ideia objetiva da verdade é ridicularizada, sobretudo no cenário sociopolítico norte-americano.

Teorias da conspiração e ideologias que já haviam sido totalmente desacreditadas voltaram a ter voz na cultura, questionando o que já foi estabelecido pela ciência. A sabedoria das massas se impôs ao conhecimento e cada um de nós tende a se ater às crenças que validam nossos próprios preconceitos.

Mas por que a verdade se tornou uma espécie em extinção? Em A Morte da Verdade - Notas sobre a mentira na era Trump (Editora Intrínseca, 272 páginas), Michiko Kakutani, crítica literária do The New York Times por quase quatro décadas e vencedora do Prêmio Pulitzer, explica como as forças culturais contribuíram para essa catástrofe da contemporaneidade.

Seja nas redes sociais, na literatura, na TV, no mundo acadêmico ou na política, é possível identificar tendências que colocaram a subjetividade sobre um pedestal em detrimento da realidade, da ciência e dos valores comuns. Nesse cenário de descaso pelos fatos, da substituição da razão pela emoção e da corrosão da linguagem - que diminuem o próprio valor da verdade -, o que pode acontecer com os Estados Unidos e com o restante do mundo?

A autora - Michiko Kakutani foi crítica literária do The New York Times por quase quatro décadas. Considerada uma das melhores críticas de literatura em língua inglesa, ajudou a alçar a carreira de escritores como David Foster Wallace, George Saunders e Ian McEwan. Em 1998, foi agraciada com o Prêmio Pulitzer, um dos mais importantes do mundo.