Projeto envolve alunos em trabalho social

A Escola Estadual Padre João Walfredo Rothermund, no Jardim Planalto, envolve os alunos em ações sociais através do projeto “Disseminadores da Alegria”. O projeto é baseado nos ‘Doutores da Alegria’ e foi criado pela diretora da escola, Luceli Callé, em parceria com os alunos do Grêmio Estudantil. Segundo a diretora, o projeto tem como objetivo o trabalho social, fazendo com que os alunos perceba

A Escola Estadual Padre João Walfredo Rothermund, no Jardim Planalto, envolve os alunos em ações sociais através do projeto “Disseminadores da Alegria”. O projeto é baseado nos ‘Doutores da Alegria’ e foi criado pela diretora da escola, Luceli Callé, em parceria com os alunos do Grêmio Estudantil.
Segundo a diretora, o projeto tem como objetivo o trabalho social, fazendo com que os alunos percebam-se integrantes  e agentes transformadores da sociedade,  visando estimular e praticar a empatia,  respeito, cooperação, cidadania e a solidariedade.
Integram o  projeto  10 alunos com idade entre 12 e 15 anos dos 8º e 9º anos, que são acompanhados pela diretora da escola e  um professor. Um aluno toca  violão e os outros cantam. O grupo leva alegria a crianças que estão internadas em hospitais de Marília e também em asilos.
“Fazemos doações de brinquedos, sempre seguindo as regras do hospital. Trata-se de uma equipe comprometida e responsável por levar alegria às crianças que encontram-se em tratamento médico no hospital”, disse a diretora.
Na segunda-feira (03) o grupo fez uma visita ao Hospital da Clínicas da Faculdade de Medicina de Marília Materno Infantil. Também fazemos visitas em outros hospitais de Marília e asilos. Na próxima semana o grupo de alunos visita a Mansão Ismael.
Luceli Callé, integra a Comissão de Direitos Humanos de Marília e é mestranda na Unesp de Marília. Ela afirma que esse tipo de atividade contribui para que os alunos valorizem mais seus familiares e estimula o respeito ao próximo. “Depois de cada visita eles estão diferentes, valorizam mais a vida, a saúde da família, passam a se respeitar mais. Eles enxergam a dor do outro”, disse.