Abastecimento da quimioterapia volta ao normal

O Hospital das Clínicas normalizou o abastecimento da quimioterapia. O tratamento chegou a ser suspenso por falta de medicação no mês de abril e o HC teve que emprestar parte dos remédios do Hospital Amaral Carvalho, de Jaú. “Foi um problema técnico e pontual, felizmente já superado”, afirmou a direção da Famema via assessoria de imprensa. O HC emprestou um lote do medicamento citarabina do Amara

O Hospital das Clínicas normalizou o abastecimento da quimioterapia. O tratamento chegou a ser suspenso por falta de medicação no mês de abril e o HC teve que emprestar parte dos remédios do Hospital Amaral Carvalho, de Jaú. “Foi um problema técnico e pontual, felizmente já superado”, afirmou a direção da Famema via assessoria de imprensa.
O HC emprestou um lote do medicamento citarabina do Amaral Carvalho para retomar a quimioterapia no final de abril. Essa medida resolveu o problema por dez dias e para parte dos pacientes que utilizam essa medicação, mas segundo a Famema, nesse meio tempo o problema foi resolvido e o mês de maio transcorreu sem cancelamentos na agenda.
A quimioterapia utiliza diferentes medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais. Entre eles está a citarabina, mas o lote de março terminou sem reposição porque o Estado havia suspendido as notas de empenho, travando novos pedidos do Hospital das Clínicas da Famema.
A Famema chegou a apresentar a página do Siafem-SP (Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios), onde constava a informação da “suspensão temporária de emissão de novos empenhos”.
“Foi um problema técnico do Estado e pontual, felizmente já superado, mas que, na ocasião, comprometeu o recebimento de alguns medicamentos, entre eles o de quimioterapia”, explicou a instituição.
Outra medicação para quimioterapia em falta no HC em abril foi a asparaginase. A Famema informou que essa matéria-prima estava em falta e que o Ministério da Saúde parou o fornecimento, cabendo a compra às próprias instituições. No caso da Famema, via Estado, o que também foi normalizado.