Abastecimento ainda não está normal na cidade

Uma semana após o fim da greve dos caminhoneiros que provocou desabastecimento em diversos setores, a procura por gás de cozinha ainda está mobilizando muita gente em Marília. Algumas distribuidoras não conseguiram retomar a entrega em domicílio em razão da grande procura. “Recebo os botijões e acaba em poucas horas”, disse Fernanda Gasparini, responsável pelo depósito da Fama Gás. Ela afirma qu

Uma semana após o fim da greve dos caminhoneiros que provocou desabastecimento em diversos setores, a procura por gás de cozinha ainda está mobilizando muita gente em Marília. Algumas distribuidoras  não conseguiram retomar a entrega em domicílio em razão da grande procura.
“Recebo os botijões e acaba em poucas horas”, disse Fernanda Gasparini, responsável pelo depósito da Fama Gás. Ela afirma que após o fim da greve dos caminhoneiros tem recebido gás quase todos os dias mas é vendido imediatamente. “Não estamos reservando porque não conseguimos entregar. Já cheguei a receber 200 botijões em um dia”, disse.
Ontem à tarde uma fila se formava em frente a distribuidora com pessoas em busca de botijões. Rose Martiliana da Silva, mora no Jardim Flamingo e não encontrou botijões na distribuidora de seu bairro. “Vim buscar para os meus pais. Soube que iria chegar aqui e estou esperando”, disse.
Na Marigás, distribuidora do Jardim América, a situação é a mesma. A quantidade de gás recebida não é suficiente para atender a demanda. “Todos os dias pela manhã recebemos mas a procura está muito grande. Estamos agendando os pedidos para conseguir entregar. Assim que chega acaba”, disse a funcionária Erica Silvério. O preço do botijão de gás de 13 quilos em Marília varia entre R$ 73 e R$ 77.