Sindicato faz encontro com prefeito e enfatiza a insegurança dos funcionários

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários e Urbanos de Marília e Região, Aparecido Luiz dos Santos, o Cidão, esteve com o prefeito Daniel Alonso (PSDB), no Paço Municipal, na tarde de ontem (7). Ao lado da advogada da entidade, Adriana Ferrari, ele levou até o chefe do Executivo Municipal a insegurança dos funcionários das empresas de ônibus que operam no transporte co

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários e Urbanos de Marília e Região, Aparecido Luiz dos Santos, o Cidão, esteve com o prefeito Daniel Alonso (PSDB), no Paço Municipal, na tarde de ontem (7). Ao lado da advogada da entidade, Adriana Ferrari, ele levou até o chefe do Executivo Municipal a insegurança dos funcionários das empresas de ônibus que operam no transporte coletivo de Marília, quanto à possibilidade da quebra de contrato para a prestação dos serviços.

“Diante deste embate entre a Prefeitura e as empresas de ônibus, os funcionários estão com medo de acontecer o mesmo que ocorreu com a Circular”, destacou o presidente do Sindicato dos Transportes, Cidão.

Após processo licitatório que declarou a Grande Marília e a Sorriso vencedoras, há cinco anos a Circular acabou deixando o serviço, após batalha judicial e contrato de emergência firmado com o prefeito à época, Vinícius Camarinha (PSB). Até hoje os ex-funcionários aguardam decisão da Justiça do Trabalho para terem seus direitos pagos pela empresa.

“A Circular tinha 720 funcionários e as duas empresas juntas (Grande Marília e Sorriso) têm pouco mais de 300. Demitiram os cobradores e os motoristas fazem o trabalho, sem receber os 50% por acúmulo de funções a que teriam direito”, ressaltou Cidão.

A instalação de banheiros exclusivos aos funcionários das empresas de ônibus no Terminal Rodoviário Urbano é outra reivindicação da categoria. “Sobre aumento de salários e do vale alimentação, as empresas não admitem conversar, alegando que não há o reajuste de tarifas de ônibus na cidade”.

O prefeito Daniel Alonso (PSDB) disse que está aberto ao diálogo e lembrou que a situação só está desta maneira porque as próprias empresas forçaram a Prefeitura a agir assim. “Não tem discussão de tarifa enquanto não forem resolvidas pendências como a volta das catracas e dos cobradores”.