Município registra morte suspeita por dengue

O Município registrou uma morte suspeita por dengue. Um adolescente de 16 anos faleceu no último dia 13 e o primeiro exame confirmou a doença como causa do óbito, mas a contraprova apresentou resultado negativo. A Secretaria Municipal da Saúde espera o terceiro laudo. Preventivamente, as ações de bloqueio da dengue já foram feitas na zona Norte da cidade. O adolescente era morador do Marina Moret

O Município registrou uma morte suspeita por dengue. Um adolescente de 16 anos faleceu no último dia 13 e o primeiro exame confirmou a doença como causa do óbito, mas a contraprova apresentou resultado negativo. A Secretaria Municipal da Saúde espera o terceiro laudo. Preventivamente, as ações de bloqueio da dengue já foram feitas na zona Norte da cidade.
O adolescente era morador do Marina Moretti e tanto esse bairro, quanto os demais próximos, onde ele permanecia mais tempo, foram bloqueados com aplicação de inseticida e busca de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.
A morte, no dia 13 de fevereiro, aconteceu em um hospital de São José do Rio Preto, após o jovem ser transferido do Hospital das Clínicas pelo agravo do quadro. Ele passaria por um transplante de fígado, mas veio a óbito antes disso.
A primeira suspeita foi de leptospirose (doença transmitida pela urina do rato), mas depois houve a suspeita da dengue, que ainda não está confirmada. Marília teve 17 casos de dengue confirmados neste ano até agora, sendo seis em janeiro e 11 neste mês de fevereiro.
Uma pesquisa sobre o índice larvário está sendo concluída, sendo a primeira do ano. Esse mapeamento da incidência de larvas do Aedes aegypti é feita varias vezes ao ano para mostrar onde o problema é maior para que a Saúde concentre esforços.
Além da dengue, o Aedes transmite a chikungunya, com um caso confirmado em Marília neste mês, sendo o primeiro da história da cidade, tendo como vítima um idoso morador da zona leste. O inseto transmite ainda o zika vírus, ainda sem casos em Marília, e a febre amarela em área urbana, sem registros no município até o momento.
O melhor controle dessas doenças se faz pelo controle do mosquito, eliminado e impedindo que a água fique parada. O ciclo de reprodução leva menos de uma semana e quanto maior a incidência de Aedes, maior o rico de transmissão de pessoas doentes para pessoas saudáveis através da picada.