Sicoe conclui busca sem macacos mortos

O Sistema Integrado de Comando e Operação em Emergência concluiu a buscade macacos mortos ao redor da cidade. Mais nenhum animal foi encontrado, além dos três que a Secretaria Municipal da Saúde já encaminhou para análise Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, aguardando resultado. O trabalho do Sicoe foi voluntário e preventivo. A varredura foi realizada nos dois últimos finais de semana, focando a

O Sistema Integrado de Comando e Operação em Emergência concluiu a buscade macacos mortos ao redor da cidade. Mais nenhum animal foi encontrado, além dos três que a Secretaria Municipal da Saúde já encaminhou para análise Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, aguardando resultado. O trabalho do Sicoe foi voluntário e preventivo.

A varredura foi realizada nos dois últimos finais de semana, focando as áreas de mata das zonas Leste e Oeste. Ao todo os 20 voluntários da equipe de busca do Sicoe se dispuseram a essa ação, além do apoio de estagiários. “Essa equipe é devidamente vacinada contra febre amarela e tétano”, mencionou o coordenador do Sicoe, Cláudio Schlic. 

No dia 21 a equipe passou o dia na zona Leste, do Aeroporto até Dirceu, e no último domingo (28) o mesmo trabalho foi feito na zona Oeste. “Nenhum macaco morto foi encontrado, o que pode contribuir para tranquilizar a população”, afirmou Schlic. 

Os três macacos mortos já encontrados pela população neste ano foram recolhidos pela Saúde Municipal e enviados para o Lutz para análise da causa da morte, conforme protocolo de prevenção da febre amarela.

Diante da falta de qualquer evidência nova de macaco morto, o grupo voluntário encerra esta varredura e volta à campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue e pode transmitir a febre amarela em território urbano. 

O macaco não transmite a febre amarela, mas ajuda a mapear o risco da doença, transmitida entre homens e entre macacos pelo mosquito o Haemagogus e Sabethes, no meio rural e silvestre, ou o Aedes aegypti, transmissor também nas zonas urbanas. 

Não são registrados casos urbanos da febre amarela no Brasil desde 1942, e a melhor forma de prevenir que isso ocorra é eliminar água parada, criadouro do Aedes aegypti. “Vamos voltar a fazer o recolhimento de materiais inservíveis que possam acumular água, jogados na rua, estradas, terrenos, praças e trilho de trem. Essa campanha segue até julho, todo final de semana. E pedirmos que a população contribua, fazendo sua parte”.