“Raiken – O Filho do Raio” é lançamento HQ de artista garcense

Caminhando para o final de 2017, com a venda de exemplares na “Banca do Sebo”, da conhecida “Celinha” (Praça Pedro de Toledo), Paulo Ricardo Ribeiro Jacob de Souza, 20 anos, designer gráfico, apresentou pessoalmente seu trabalho impresso – uma HQ (história em quadrinhos) – formato dos clássicos “gibis”, conversando com leitores e clientes da banca e também distribuindo autógrafos e dedicatórias. E

Caminhando para o final de 2017, com a venda de exemplares na “Banca do Sebo”, da conhecida “Celinha” (Praça Pedro de Toledo), Paulo Ricardo Ribeiro Jacob de Souza, 20 anos, designer gráfico, apresentou pessoalmente seu trabalho impresso – uma HQ (história em quadrinhos) – formato dos clássicos “gibis”, conversando com leitores e clientes da banca e também distribuindo autógrafos e dedicatórias. Ele é formado pela Univem há dois anos. 

O rapaz começou a atuar na área em que se formou já durante o período do curso e depois de ter prestado serviço a terceiros, hoje trabalha por conta própria. “Trabalho toda a parte visual de uma empresa, como logo ou marca, propaganda tanto online quanto impressa, panfleto, cartão de visita, websites, blogs, ou seja, desenvolvo tanto a parte que se tornara ´física´ quanto virtual de um produto”, contou. 

O artista, pois também é criador e ilustrador, comentou sobre quando se descobriu na parte de desenho, “A parte de ilustração é desde que eu era bem pequeno, a partir de 4 ou 5 anos de idade. Em 2015 comecei a criar essa história em quadrinhos que estou apresentando ao público agora”. 

Quando ainda mais jovem seus desenhos eram movidos pelo dom e não por ter adquirido alguma técnica especificamente. Desenhava tanto personagens de histórias em quadrinhos como de desenhos animados e nos exemplos estão o Homem-Aranha, Home de Ferro, Hulk, Pernalonga, Batman, entre outros. 

Fã das revistas conhecidas como “gibis”, as histórias em quadrinhos sempre povoaram seu universo infantil, em parte, por incentivo do próprio pai, que comprava os gibis e o incentivava à leitura, pois ele mesmo gostava de ler ou assistir animações, sendo o personagem Spaw o seu preferido. 

Paulo Ricardo possui amigos que também gostam e admiram os quadrinhos, inclusive alguns que já passaram dos 50 anos de idade e ainda preservam o gosto pela leitura de gibis ou assistem animações.

O LANÇAMENTO – A história de Paulo Ricardo, hoje em formato de HQ, conforme detalhou, nasceu a partir do fato de estar desenhando o Flash e acabou colorindo o personagem em azul (que originalmente tem o uniforme vermelho) e este foi o momento em que surgiu a ideia de criar um super-herói com poderes elétricos, na cor azul, ganhando o nome de “Raiken – O Filho do Raio”. 

Sobre a origem do personagem, Paulo Ricardo adiantou que “ele vem de uma linha de guardiões intergalácticos e cujo planeta-natal estava em guerra. Vem para a terra para treinar suas habilidades e assim, voltar e tentar salvar o Universo”. Para produzir esse trabalho, o artista teve o apoio de alguns colegas que conheceu na faculdade, e são rapazes que também gostam muito de histórias em quadrinhos. “Houve união entre a gente e por terem gostado muito de minha ideia, resolveram trabalhar juntos no projeto da publicação e também no lançamento virtual da história. Trata-se de Leandro dos Santos Codogno, Lucas Sena dos Santos Dias, Marcos Eduardo Antonietti Ferreira e Matheus Stanquini Nunes de Souza”. 

O grupo de produtores da revista ficou assim formado: Paulo Ricardo, roteirista; Leandro, revisão de texto; Lucas, historybird (o que acontece em cada quadrinho, suas dimensões e as falas que serão ali também inseridas e a separação de páginas); Matheus, desenho (cenários, uniforme dos personagens, etc.). Paulo Ricardo também nas cores digitais e ilustrações, ficando ainda com o fechamento do arquivo e envio para publicação. 

Quanto à expectativa de aceitação do público, especialmente jovens, Paulo Ricardo destaca a abordagem social que ocorre na história, caso da guerra de etnias, o que pode ser um atrativo. 

“A venda virtual é um filão que já está sendo explorada por meio da Amazon Kindle, inclusive com versão para celular”, lembrou o rapaz, que espera ainda nova tiragem (impressão) da revista física para desenvolver venda para aqueles que preferem o gibi em papel em lugar da versão virtual.