Tribunal julga acusado de assassinar esposa

Está previsto para quarta-feira (24) o júri popular do administrador de fazenda Cícero Vicente Neri Filho. Ele sentará no banco dos réus acusado do assassinato de sua esposa, a auxiliar de produção Laura Miguelina Durães, de 39 anos, em crime ocorrido em fevereiro de 2014. Segundo a denúncia do Ministério Público (MP), Laura estava desaparecida desde o dia 17 de fevereiro de 2014. O marido a deixo

Está previsto para quarta-feira (24) o júri popular do administrador de fazenda Cícero Vicente Neri Filho. Ele sentará no banco dos réus acusado do assassinato de sua esposa, a auxiliar de produção Laura Miguelina Durães, de 39 anos, em crime ocorrido em fevereiro de 2014.
Segundo a denúncia do Ministério Público (MP), Laura estava desaparecida desde o dia 17 de fevereiro de 2014. O marido a deixou na casa de um parente no Jardim Santa Antonieta, na zona Norte. A auxiliar de produção não compareceu para trabalhar em uma indústria de confeitos e nem retornou para a residência em Júlio Mesquita.
A família relatou o desaparecimento à Polícia Civil. O corpo da vítima foi encontrado na tarde do dia 11 de março pela equipe dos Anjos da Guarda após a denúncia anônima de um caminhoneiro. Ela estava em avançado estado de decomposição em saco plástico e parcialmente carbonizada.
Investigações da Polícia Civil apontaram que o acusado foi o autor do assassinato. “Não há dúvidas de que Cícero tenha matado Laura na Fazenda após a saída dos filhos para a escola e a enterrou ali. Após as diligências policiais no local, ele a retirou e transportou o corpo em seu veículo até às margens da rodovia para que ali fosse encontrado e não recaísse suspeitas contra sua pessoa”, disse à época o delegado Aéliton Roberto de Souza.
O administrador de fazendo foi indiciado pelos crimes de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima) e ocultação de cadáver. Se condenado, o administrador de fazenda pode pegar uma pena superior a 30 anos de reclusão em regime fechado.