Criança sofre falha na entrega de remédio

Há três meses o paciente Gustavo de Almeida Leonildo, de seis anos, não recebe a medicação Sabril do Estado. A mãe, Luciana de Almeida Leonildo, precisou fazer uma compra emergencial do remédio que custou R$ 300,00 a caixa com 60 comprimidos. “Tive que parcelar o pagamento porque não tenho como arcar com esse custo e meu filho não pode ficar sem a medicação por causa das convulsões constantes”. A

Há três meses o paciente Gustavo de Almeida Leonildo, de seis anos, não recebe a medicação Sabril do Estado. A mãe, Luciana de Almeida Leonildo, precisou fazer uma compra emergencial do remédio que custou R$ 300,00 a caixa com 60 comprimidos. “Tive que parcelar o pagamento porque não tenho como arcar com esse custo e meu filho não pode ficar sem a medicação por causa das convulsões constantes”.
A criança tem microcefalia e paralisia cerebral, necessitando do Sabril desde um ano de vida. “Na época, uma assistente social do Hospital Materno Infantil fez o pedido pra nós à Secretaria de Estado da Saúde, mas as faltas têm sido um problema grave pra gente. Desde outubro o remédio não vem”, mencionou Luciana.
As outras suspensões, segundo a mãe de Gustavo, duraram menos tempo. Ela entrou em contato com a ouvidoria do Estado e a resposta foi que está faltando um componente para fazer a medicação, por isso a Secretaria da Saúde não tem conseguido comprar o Sabril.
Ontem a pasta não funcionou, mas durante a última semana a Secretaria de Estado da Saúde respondeu ao Jornal da Manhã sobre outra queixa de falta do mesmo medicamento. “O Vigabatrina (fármaco do Sabril) está em falta em âmbito nacional e a pasta está em contato com o fabricante exclusivo do produto (Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.) para que a situação seja normalizada o mais rápido possível. Seus familiares serão comunicados tão logo haja disponibilidade dos remédios”.