Professora é assassinada a facadas pelo namorado

A professora Elisabete Aparecida Ribeiro, de 37 anos, foi assassinada a facadas na manhã de ontem (10) no conjunto de apartamentos no bairro Palmital, na zona Norte da cidade. O crime de motivação passional foi cometido pelo namorado, o mototaxista Jefferson Carlos da Silva, de 28 anos. Segundo informações da Polícia Militar (PM), no final da manhã de ontem, a mãe do acusado fez uma ligação para o

A professora Elisabete Aparecida Ribeiro, de 37 anos, foi assassinada a facadas na manhã de ontem (10) no conjunto de apartamentos no bairro Palmital, na zona Norte da cidade. O crime de motivação passional foi cometido pelo namorado, o mototaxista Jefferson Carlos da Silva, de 28 anos.

Segundo informações da Polícia Militar (PM), no final da manhã de ontem, a mãe do acusado fez uma ligação para o telefone 190 comunicando que o filho teria ido até sua casa, na Vila Altaneira. Ele, que apresentava arranhões e tinha manchas de sangue nas roupas, disse que tinha assassinado a namorada e que iria se matar.

“O Copom recebeu a solicitação da genitora afirmando que seu filho a procurou dizendo que tinha feito uma besteira e que ela nunca mais o veria, pois iria fugir e se matar”, disse a tenente da PM, Ana Paula de Jesus Martins.

Na sequência, a irmã do mototaxista foi até o conjunto de apartamentos e ouviu relatos dos vizinhos de uma discussão entre o casal. O imóvel estava trancado e ela solicitou a presença da PM, que arrombou a porta e encontrou a vítima morta.

“Os familiares relataram que o casal estava junto há cerca de um ano. A vítima foi encontrada já sem vida com ferimentos de faca na região do pescoço e costas. A quantidade de perfurações vai ser precisada apenas pelo exame necroscópico”, disse a tenente.

Diversas buscas foram feitas pela cidade, mas até o fechamento desta edição o acusado do crime não havia sido localizado. Silva deve ser indiciado pelo crime de feminicídio e pode pegar uma pena de até 30 anos de reclusão em regime fechado.

A professora é a primeira vítima de homicídio do ano em Marília. Nos 12 meses de 2017, a polícia contabilizou 17 casos de assassinato. Até o fechamento desta edição, o serviço funerário municipal não tinha informações sobre velório e sepultamento.